
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Academia de Talentos do Projecto Tu Kontas
As crianças e jovens da Academia de Talentos do Projecto Tu Kontas (+ ainda) estão de parabéns pela participação e apresentação da peça de teatro "Travessias", na GALA SOLIDÁRIA que teve lugar no Cinema-Teatro Joaquim d´Almeida.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
sábado, 8 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
CRAM - Facebook
Ajude-nos a divulgar o CRAM e a aumentar o número de LIKES.
Visite a nossa página em:
e clique em gosto.
Obrigado, pela sua participação.
Obrigado, pela sua participação.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
Praxis diária de um músico - Introdução
A praxis criadora é aquela cuja criação não se adapta plenamente a uma lei previamente traçada e culmina num produto novo e único. Assim, a prática pedagógica criadora só se dará na perspectiva de um diálogo constante entre os sujeitos educacionais, que vão identificando os problemas e encontrando soluções numa acção permanente da consciência que vai redefinindo o caminho; num processo colectivo em que as acções entre os sujeitos da educação, guiadas pela consciência, vão possibilitar uma interacção entre o ideal e o real, entre a finalidade encontrada e as resistências do contexto, para ir reconfigurando a realidade e redefinindo os objectivos em busca da finalidade.
A praxis humana pressupõe uma intencionalidade que é encontrada na concepção de música como forma simbólica ou discurso “[...] o ato de dar forma à música é uma tentativa intencional de articular significado” (SWANWICK, 1993, p.29).
A prática instrumental faz parte da rotina diária daqueles que desejam adquirir ou manter suas capacidades musicais. No entanto, não basta debruçar-se por tempo indeterminado numa actividade específica, pois, a quantidade de horas acumuladas não garante por si só um óptimo desempenho. Uma performance instrumental bem sucedida depende também da forma como se conduz as sessões de prática, pois a qualidade deste momento pode interferir directamente no desempenho do instrumentista (Pearce, 2004).
Mais do que despender horas em exercícios repetitivos, a prática diária requer disciplina, motivação, estabelecimento de padrões pessoais visando compromisso com as metas pretendidas, o que demanda desenvolvimento de competências cognitivas. Portanto, uma sessão de prática consistente envolve planeamento, estabelecimento de metas e estratégias adequadas que possibilitem ao músico a oportunidade de alcançar os seus objectivos, assim como, capacidade para diagnosticar falhas e corrigi-las (Woody, 2004).
Mais do que despender horas em exercícios repetitivos, a prática diária requer disciplina, motivação, estabelecimento de padrões pessoais visando compromisso com as metas pretendidas, o que demanda desenvolvimento de competências cognitivas. Portanto, uma sessão de prática consistente envolve planeamento, estabelecimento de metas e estratégias adequadas que possibilitem ao músico a oportunidade de alcançar os seus objectivos, assim como, capacidade para diagnosticar falhas e corrigi-las (Woody, 2004).
Nesta perspectiva, o instrumentista deve ter como objectivo equipar-se com ferramentas intelectuais, auto crenças e capacidades reguladoras ou capacidade para organizar e promover a própria aprendizagem. Professores que promovem estas capacidades autorreguladoras entre os seus alunos de instrumento estão a contribuir não só para que eles percebam que o seu comportamento influencia o seu desempenho, mas também para que cada um deles “repense e resgate o seu compromisso pela sua própria aprendizagem” (Costa; Boruchovitch, 2006, p. 102).
Introdução de uma conferência sobre a Praxis diária de um Músico realizada na ESART Instituto Politécnico de Castelo Branco.
Ilídio Massacote
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Atelier de Artes do CRAM
ESTÁ CRIADO
O ATELIER DE ARTES DO CRAM
Venha viajar pelo fantástico mundo das artes com os pés bem assentes na nossa terra!
Cá vos esperamos!
PORQUE A
ARTE NÃO EXISTE. A ARTE SOMOS NÓS
Após vários meses de reuniões, podemos, agora, anunciar a abertura do ATELIER DE ARTES do CRAM, no próximo
dia 10 de Novembro, pelas 15 horas, nas instalações do Museu Municipal, com a
inauguração de uma exposição de pintura e escultura “ A ARTE NÃO EXISTE. A ARTE
SOMOS NÓS”, e que ficará patente até ao final do ano.
Abertas as inscrições, através do contacto com a Secretaria do CRAM,
avancemos com uma síntese das principais linhas orientadoras da sua criação.
O conceito que preside à instalação de um Atelier de Artes no corpo das atividades do CRAM-Conservatório
Regional de Artes do Montijo é o de um Atelier aberto à participação
de todos os interessados, jovens ou mais idosos, que queiram participar na
aventura da aquisição de saberes no vasto domínio do mundo das artes que
vai da pintura, à escultura, com passagem pela fotografia e vídeo, no que estas
linguagens podem ter de complementar, com vista a um único fim: descobrir o
Belo que se esconde nos mais inimagináveis lugares e situações do nosso
quotidiano.
Como forte motivação na adesão a este projeto, os alunos aderentes ficarão
a saber, desde a primeira hora, que o fruto do seu trabalho não vai ficar
cingido às quatro paredes da sala de aula, antes e numa programada
calendarização, dará muitos dos seus passos num estreito contacto com o
quotidiano socioeconómico e cultural da comunidade montijense. Um dos principais objetivos, senão mesmo o
mais importante, é poder vir a intervir,
de forma consolidada, na sua qualificação seja numa fábrica, numa
repartição pública, num espaço comercial ou, mesmo, num espaço do domínio
público, por exemplo, um jardim ou uma praça.
As primeiras aulas serão destinadas a promover não só o conhecimento dos
alunos entre si, como, a reconhecerem e partilharem qual o conceito e que experiências
têm da Arte nas suas vidas.
Nas primeiras aulas, os alunos são convidados a trazerem uma fotocópia a
cores daquele que consideram o mais antigo e significativo desenho da sua
longínqua infância. A surpresa com o que vai ser feito a partir desse desenho
será estruturante para a elaboração de um dos vários trabalhos finais.
Do ponto de vista da aquisição de alguns conhecimentos científicos
abordaremos algumas das fases mais importantes do percurso humano na sua viagem
para tornar os dias mais belos e interessantes.
Uma viagem que nos levará à arte rupestre das cavernas, passando
pelo esplendor do Renascimento, à revolução industrial e aos movimentos cubistas,
surrealistas, dadaístas, todos, numa palavra, que ousaram questionar
todos os caminhos seguidos até então, para nos demorarmos nos desafios que, com
o advento das novas tecnologias, estão hoje criados à humanidade.
Serão convidados a participar no atelier para falarem da sua experiência,
desde artistas plásticos de renome, das diversas áreas acima referidas, como
simples artesãos ou artistas populares do concelho do Montijo ou arredores.
Os alunos farão, igualmente, visitas de estudo que os colocarão não só a
realizar um levantamento do património edificado, como a descobrir o que há de
relações de arte em dimensões que lhes passam ao lado como por exemplo: que dimensões
de arte são possíveis de descobrir, desde a pintura de um barco, até à arte
de pescar o peixe que nos chega à mesa. No regresso ao atelier da visita, por
exemplo, de uma velha fábrica abandonada, todos os materiais recolhidos serão
objeto de criativa intervenção plástica.
Mas não só o passado concentrará a
nossa atenção: será possível na sequência da visita a uma moderna fábrica,
descobrir espaços que poderão ser melhorados e cujas soluções poderão ser
elaboradas pelo trabalho de grupos criados para o efeito, com vista a
apresentar à direção dessa fábrica propostas de intervenção.
Mas iremos mais longe. Vamos conceber “performances de rua” que têm como objetivo
desafiar e envolver a comunidade montijense a participar, seja pela realização
de painéis coletivos, seja, simplesmente, pela encenação de jogos de cor, seja
integrando outras programadas intervenções de rua articuladas com alunos de
Dança e Música.
Não é possível ter ainda a caracterização etária dos alunos mas a aposta é
mesmo possibilitar a criação de turmas que apostem numa distribuição
equilibrada do arco etário, por forma a tirar partido da riqueza de
experiências e vivências de cada um. À irreverência dos mais novos, juntaremos
a sabedoria e maturidade dos mais velhos e, como numa paleta de cores,
resultará, por certo, um produto final no qual todos se vão rever.
Não são fáceis os dias que vivemos
mas a Arte também pode ajudar a olhar para a realidade de uma forma mais otimista.
Não lhe cabe dar as soluções mas pode ajudar a resolver alguma parte dos
problemas, aquela em que intervém o melhor de nós: uma consciência capaz de arrancar
à adversidade as energias que convoquem toda a criatividade de que somos
capazes para a afirmação de uma outra e mais renovada cidade. No stress em que
vivemos, algumas horas por semana podem significar mais e melhores anos de
vida.
Venha viajar pelo fantástico mundo das artes com os pés bem assentes na nossa terra!
Cá vos esperamos!
António Colaço
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Subscrever:
Mensagens (Atom)